quarta-feira, 3 de junho de 2009

Em Xanadu, Cublai Cã
Edificou um fausto palácio,
À sombra de onde Alfeu, o santo rio,
Corre entre abismos insondáveis ao homem,
Para um mar aonde os sóis somem.
Duas vezes cem milhas de terras fecundas
Foram assim de muralhas circundas.
E eram os jardins vultosos, de regatos caprichosos,
Onde floresceram troncos de incenso frondosos;
E florestas antigas como as colinas,
Abraçando soalheiras o caminho da folhagem.

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