sexta-feira, 1 de janeiro de 2010


      Erguera-se vento, as nuvens cobriam o céu e começava a nevar. Caíam flocos finos como num diorama. Grossas lágrimas rolavam pelo rosto do príncipe. Nunca, nunca poderia viver na sua cidade natal. Para sempre era uma sombra perdida pelos caminhos. Nevava.




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