quinta-feira, 23 de junho de 2011

EU SEI

Retire os bens de todos maus e diga ao povo que você se foi. E erga as mãos para os céus — tudo se torna tão mais claro depois! — Deixámos todo o tempo ir. Preocupo-me: ele corre tão fugaz. Mas eu me sinto a salvo aqui e pouco importa o que haja mais.
E isso eu sei,
Eu sei.
Eu sei...

O mundo é uma criança má e minha mente sempre foi assim. Os monstros parecem apagar, ao acordar dum outro sonho ruim. Quando menino, tudo vai: um doce só deixava-me feliz. Eu rio, se olho para trás — velho, banguelo, e tão seguro aqui.
E isso eu sei,
Eu sei.
Eu sei...

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