sábado, 6 de abril de 2013

O SONHO

Ando pela mata adentro, té à casa escura: quanto mais avanço, mais silêncio faz. Espio a janela, bato na porta. E o monstro, que eu tanto temi, jaz só por terra e chora, agarrado aos joelhos, com medo, fome e frio, até adormecer.

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