domingo, 21 de abril de 2013

VINTE E UM

Que sejam sempre vinte e um. Que sejas, que sejamos — que seja! Rejuvenesça-se, pois! Sorvamos Ponce de León em garrafas de Merlot. Vinte e um aos vinte e um: fossem vinte, não seria tão único. Vi-te e vim-te, e logo eram vinte e uma, e logo eram vinte e um... Não me contive, assim te tive. Quem me reteve e entreteve, me teve entre retesos fins, até mais tarde, até a mim, desde que horas eram? Que horas são? Não me sinto são. Foram eras, foram segundos, desde as seis, não sei. Só sei que foi doce, e que seria mais, e que, se não fosse, eu não sei o que iria. Mas o que eu queria era que essa noite durasse pra sempre...

1 comentário:

Anndré Borges disse...

Bacana seu Blog! hehe.. Vou começar a acompanhar mais! =) Boa noite!