sábado, 26 de outubro de 2013

NOTURNO 3

Dá-me a tua mão, eis que as trevas me sombreiam.
No teu peito eu descanse, se teus cuidados me rodeiam.
Mais queria, mas a noite me invade.
A morte, agora, é-me um hóspede bem-vindo.

Quando eu jazer na terra, que os meus erros não te turbem, não perturbem o teu peito.
Não te turvem, não te culpes, não preocupes o teu peito.
Apenas lembra de mim.
Lembra de mim.
E esquece o meu fado.

1 comentário:

Anónimo disse...

não deixe escrever, por favor.