domingo, 25 de janeiro de 2015

DE FALHAS E CULPADOS

Eu creio que te falhei.
Sei que não te suficiei,
Mas não sabes o quanto tentei
Amar-te do meu jeito...
Estou vazio desde que partiste,
À procura de como continuar.
Busco-te em todo mundo
Pra ver onde foi que demos errado.

E não há ninguém pra apontar,
Não há ninguém pra culpar,
Não há ninguém com quem falar,
Não há ninguém que compre a nossa inocência,
Nem ninguém com quem a barganhar.

Pensei que conseguiríamos,
Mas sei que não posso mudar o teu jeito.
Deixo-te pois à tua dor,
Pra mostrar que tu és a beleza que possuis,
Se ao menos nisso te deixasses crer.
Crê que nós nascemos inocentes
E, crê-me, ainda somos inocentes.

É fácil:
Todos falhamos.
Mas
Isso importa?

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